Hidden Somewhere

Sentei nas pedras do Arpoador para ouvir a solidão do mar Para terminar minha bebida, sentir a brisa, namorar a lua Só que ela me viu e se achegou, meio acabrunhada, indagou Perguntou-me com seus castanhos tão francos se o amor que descrevo nos textos realmente existe Pois há décadas cansou-se de tudo da rotina,... Continuar Lendo →

11º dia

Sabe, há todo esse esforço cósmico, genético, social Para nos afastar Diariamente, mensalmente, anualmente De tudo aquilo que nós Somos, queremos, amamos E lutar contra isso é Fugir de si e mergulhar dentro de si Simultaneamente A sanidade e a loucura juntas Fazendo as pazes, dando as mãos As peças do xadrez se embaralham Todas... Continuar Lendo →

Manchado de verdades

É complicado narrar essa história. Era uma noite triste e eu não dormia há três dias. Andava refletindo sobre minha própria vida e papel desempenhado nela. Após muito matutar, cheguei à conclusão de que, apesar do mundo se atualizar diariamente, talvez algumas coisas estejam destinadas a não mudar. Meus avós, por exemplo, reclamavam da falsidade... Continuar Lendo →

Dando um fim

Obrigado por me avisarQue eu estaria em perigoSim, decidi me arriscarMergulhei sabendo nadarÉ claro, conhecia os riscos Os fogos explodem lá foraEntre bebidas, mulheres, amigosSe Copacabana aguenta o marSuportará você tambémDando fim a sua história comigo Mas obrigado por me avisarQue eu estaria em perigoAgora, deixe-me comemorarOs fogos explodem lá foraHá comida e música ao... Continuar Lendo →

Subúrbio em trevas

Danilo tinha vinte e cinco anos de idade e era morador de Quintino. Foi nascido e criado no bairro, seu apelido por lá era Deco. Descendente de nordestinos, ele vive sozinho no Rio. Seu parente mais próximo era a avó materna, já falecida. Ela deixou para ele um pequeno apartamento próximo a Faetec. Por profissão,... Continuar Lendo →

Escreva um blog: WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: