Não-esteroidal

A casa é vazia e as paredes são mudas Não há nada que não fique em secreto Os gritos não ecoam, não produzem som A dor é lenta, a vida é em pausas Tudo tem o mesmo gosto: o sabor de outro tempo que não é este que se vive agora O interior da casa... Continuar Lendo →

Amaranto

Olhava pela janela do metrô aquele cenário tão antagônico ao dos filmes antigos: Na paleta de cores, azul desbotado e cinza frio. Arvorezinhas perdidas em meio ao solo de concreto, respirando com dificuldade o ar pesado que entra pelas narinas mais sugando do que dando vida. Casinhas perdidas em lugares onde não deveriam está, recheadas... Continuar Lendo →

O caos do estúpido

Pela janela avisto uma só estrela. O céu está pálido, pensativo. Nada de concreto, as nuvens cobertas pelo breu a qualquer momento podem se desmanchar. Depois de duas taças de vinho começo a divagar. “Tolice criar edificações” – penso. Arquiteto as minhas ideias sem planejamento, assim como criei expectativas sobre fumaça de cigarros, não meus,... Continuar Lendo →

Escreva um blog: WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: