Grega

O que difere a chama de um isqueiro da brasa viva?

Eu tive em um sonho perdido esse verso.

Das belas poesias ocultas escritas sob o luar noturno,

Dos contos sarcásticos expostos propositalmente,

Exagero e discrição de um desejo em síntese:

Psiquê, a mulher que encantou o Amor.

A coragem em duas formas contraditórias:

Os detalhes que encontram as variantes em um salto temporal.

Destino? Passado e futuro?

Um sátiro beija uma vestal, exclama:

Não vi consulta-la, mas possuí-la,

Do meu futuro eu sabia enquanto tu emaranhava-se nos anseios de teu passado,

Te esconderei na neblina da floresta, onde os deuses são mudos e cegos,

O que ocultavas dentro de ti eu sou a manifestação,

Enquanto eu julgavas ter te esquecido, amarga ilusão,

Não pergunte como e porque, apenas vamos,

Faço-me mortal por ti e isso basta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6 comentários em “Grega

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