Correspondido

O céu estava completamente alaranjado, parecia que o mundo ensaiava o Apocalipse. Dani foi até a casa de Glauco e bateu três vezes no velho portão de alumínio. Ninguém atendeu. Gritou cinco, seis vezes e nada aconteceu. Ouvia-se apenas os latidos dos cães. Apreensiva, olhou no celular e notou que ele não havia visualizado suas mensagens. Como ela morava em outro bairro, não iria desistir tão fácil assim. Era complicado chegar ali. Uma puta contramão, duas conduções diferentes. Enquanto aguardava no portão, lembrou-se de um buraco na parte norte do muro; divisa com um terreno baldio. Puxou ar e caminhou até lá. Foram três dos piores metros que uma garota arrumada pode desejar encarar na vida. O mato estava alto. Carrapichos ficaram presos na calça jeans de Dani, um galho quase rasgou sua bolsa. Acerolas podres mancharam seu cabelo. Uma merda! Xingou Glauco de tudo quando foi nome enquanto se embrenhava nas folhas e, ao achar o buraco, voou por ele de primeira feito uma leoa de circo. No quintal, os cães logo a reconheceram. Brincar com eles apaziguou um pouco de sua raiva. Calmamente alcançou a varanda e abriu a porta da cozinha. Sara e Gina, irmã e mãe de Glauco, respectivamente, tomaram um susto quando viram Dani entrar. Ambas estavam sentadas no chão, em volta duma gigantesca panela com camarões. A dupla, com os dedos sujos e restos de cascas nas bochechas, ficou completamente sem graça. Sara deu um pulo, foi até a pia e se lavou. Secou suas mãos com um pano de prato e cumprimentou a amiga.

— É bom te ver, Dani!

— Olá, meninas! Desculpa sair entrando. Eu chamei, mas ninguém me atendeu, por isso….

— Tem uns garotos soltando pipa na rua o dia inteiro. Os cachorros latiram mil vezes e, de tanta perturbação, decidimos ignorar. Achamos que eram eles de novo. Nos perdoa, tá! — disse Gina, enquanto se levantava — E, Dani, por favor! Você é de casa. Esqueça isso e sente aí. Quer uma água? uma cervejinha? quer um pouco de camarão?

— Eu estou bem, obrigada! Aceito um copo d’água, somente. Se não for pedir muito.

— Imagina! — Disse Gina.

— Veio falar com Glauco? — Perguntou Sara.

— Sim! Ele está em casa? Estou mandando mensagens só que ele não me responde.

— Oh, o celular dele está carregando na sala. Ele está na casa da árvore.

— Casa da árvore?

— Sim, nosso falecido pai fez para mim quando era criança. Meu irmão nunca gostou daquilo até… você sabe… começar com essa ideia de ser escritor. Diz ele que lá é o único local onde encontra paz.

— Entendo.

Gina deu a Dani o copo d’água. Ela bebeu quase que instantaneamente.

— Pode me levar até lá? — pediu a Sara.

— Claro! Venha comigo. Fica no quintal de trás.

As duas saíram pela porta dos fundos. Galinhas e patos passeavam por ali. Gina criava de tudo um pouco. Dani gostou do que viu. Ela amava animais. Porém a vida trancafiada num apartamento minúsculo da Zona Norte do Rio tem seu preço.

É ali, no topo da mangueira. Suba pela escada de madeira, ou chame ele se quiser. Vou voltar antes que minha mãe acabe com os camarões! — disse Sara.

Dani olhou para cima. A árvore era gigantesca, pelo menos uns vinte metros. Coçou a cabeça e pôs o pé no primeiro degrau. “Quer saber? Foda-se!”, disse a si mesma. Subiu. Ao chegar lá em cima, passou por uma pequena porta e sentou numa almofada. O chão feito de tábuas rangia sem parar. A “casa” era um quadrado de madeira que parecia ter entre quatro e cinco metros. Glauco estava de pé do outro lado. Olhava fixamente para o nada e passeava com o dedo indicador sobre o fogo de uma vela. Continuou mudo por tempo suficiente, como se a chegada repentina de uma amiga que não via há meses não tivesse importância alguma.

— Ual! Isso aqui é alto. Devo dizer que… caralho, garoto. Você sabe mesmo se esconder — disse Dani. E prosseguiu — trouxe algo pra você!

Ela abriu a bolsa e tirou uma garrafa de vinho suave. Rolou na direção do amigo. Glauco quebrou o silêncio.

— Por que fez isso?

— Isso o quê?

— Por que invadiu minha zona de conforto? — Questionou-a.

— Estava com saudades de você.

— Saudades?

— Sim! Queria conversar. Tô triste. Não tenho ninguém. Só você. Não finja que não sabe disso!

— Achei que estivesse namorando.

— Eu estou, eu… estava. Não está, estou mais. É. Página virada.

— Página virada?

— Sim.

— Okay. Entendi — ele tirou o dedo da vela e se virou para Dani. Sorriu — não precisava ter furado a minha zona de conforto.

— Hã? “zona de conforto”? Chama isso aqui de zona de conforto? Se bater um vento forte agora a gente vai se quebrar, seu mané!

— Não! Não isso. Não aqui. Falo do ato de surgir assim do nada. Na minha casa. E sem avisar!

— EU MANDEI MENSAGENS! E você me ignorou. Achei que não teria problemas em aparecer! Você sempre diz que posso aparecer. Mesmo sem avisar.

— Bem, eu.

— Porra!

— Olha, ok! Desculpa. Tá? Eu só… Não estou bem. Tá foda.

— É! Nem eu!

Houve um silêncio repentino, tenso e necessário. Os dois faziam caretas um para o outro. Daí Glauco reiniciou.

— Quer dizer que você e Márcio…? Terminaram pra valer?

— Pra valer.

— Foi você que deu um basta ou ele?

Dani não respondeu. Mordeu os lábios e olhou para um buraco mal feito que deveria ser uma janela. Seus olhos lacrimejaram e ela passou a suspirar, chorar e soluçar, uma coisa sem fim. Glauco ficou desesperado. Pôs a vela no chão e caminhou na direção da amiga. As tábuas não paravam de estalar. Dani ficou apavorada e engoliu o choro.

— Caralho, seu maluco! Não anda rápido assim! Essa merda vai cair! — Gritou.

Glauco começou a rir.

— Calma. Não tá tão podre quanto parece. Olha só, que tal se descermos agora, hein? Vamos conversar sobre isso. Eu só preciso tomar um banho e preparar um balde de gelo para esse vinho. Vamos beber um pouco. Eu quero te ouvir. Saber o que aconteceu. Sem saber, não consigo te ajudar. Não consigo nem mesmo te consolar. Estamos aqui para ajudar um ao outro, não?

Dani não respondeu, abraçou o rapaz somente e limpou o rosto na própria blusa. Em seguida, mudou de assunto;

— O maldito quintal baldio ai ao lado encheu minha calça de carrapichos. Puta merda, cara.

— Carrapichos?

— É. Aqueles matinhos! Umas bolinhas verdes, sabe? Veja! — Ela apontou para o joelho, coxa, tornozelo….

— Caralho. Ninguém merece. Por que você passou pelo buraco? Minha mãe e Sara não te atenderam?

— NÃO!

— Nossa. Mil desculpas. Não quero que você saia daqui com essa imagem de mim.  Vai lá, vai: você na frente, eu desço em seguida.

Dani então pegou sua bolsa e engatinhou até a porta de saída. Pendurou-se na escada feita visando o chão abaixo. Ela tinha medo de altura. Trauma de infância. Enquanto tomava coragem, uma brisa congelante percorreu sua espinha. No segundo degrau, teve medo. E, pra variar, quase se jogou de lá quando viu um gato preto saltitando de galho em galho até chegar no chão. Glauco ria sem parar. Dani tentou disfarçar o pavor que sentia.

— É só o Adão. Já te falei dele — dizia.

Adão era o gato de Sara. Dani desceu mais um degrau e começou a suar frio.

— Espera um pouco. Você disse que também não estava bem. Ficou largado nessa casa de passarinho por horas olhando para aquela vela esquisita. O que houve? — Indagou-o.

— Bom. Apenas desce Dani.

— Que? Eu não vou descer! Conta! Você nunca fala o que tá sentindo.

— Você nunca pergunta.

— Acabei de perguntar, tá?! Eu só vou descer da porra dessa árvore se a gente combinar que vai conversar e desabafar UM PARA O OUTRO! Do contrário, não vale. De novo: o que houve?

— Não consigo escrever — disse Glauco — aconteceram algumas coisas e tal. Com isso, eu não consigo mais escrever. Tô sem ideias. Meu blog tá parado. Uma foda.

— Assim que eu te contar sobre meu lance, vou te ouvir. Juro! — falou Dani.

— Combinado. Agora desce!

— Beleza.

Passaram-se vinte minutos. Glauco entrou no quarto com uma toalha nos ombros e um Band-Aid no dedo. Colocou o balde com o vinho sobre a mesa do computador e deu duas taças a Dani.

— Enche a minha taça, por favor. Já tirei a rolha.

— Ok! — Dani encheu os copos.

— Tem certeza que também não quer tomar um banho? — Perguntou a ela — vai ajudar a tirar os carrapichos.

— Tô de boa. Já te disse: foi só no jeans. Já arranquei tudo. Venha. Vamos brindar.

— Por qual motivo?

— A amizade mais esquisita do mundo.

Brindaram e tomaram o primeiro gole. Depois o segundo e o terceiro, até o momento em que dois terços da garrafa havia sido abatida. Dani contou toda história do termino de namoro para Glauco. Ela se perdia no assunto diversas vezes, então foi difícil juntar as pontas.

— Eu me odeio! Como pude ficar com aquele merda por tanto tempo? Cinco anos. CINCO ANOS da minha curta vida jogados fora! Eu sou uma burra! Uma completa imbecil.

— Calma, garota!

— A vida é feita de decepções, meu amigo.

Enquanto murmurava, Glauco enchia a taça da amiga de mansinho.

— Deixa eu ver se entendi: ele foi na padaria comprar o tal bolo de banana, certo? E você ouviu o som do WhatsApp Web no computador…?

— Sim…

— Sua curiosidade foi atiçada e você sentou pra ver?

— Não foi curiosidade, tá! Foi inconsciente. Sabe o que é isso? Inconsciente, pô. Eu uso o Whats-Web todo dia! Ouvi o barulho e pensei que era o meu. Sentei no micro por osmose. Daí eu abri a conversa.

— Abriu! E… É ai que entra a tal da Juliana. Advogada dele, né? O caso da demissão por justa causa? Que merda! — Glauco deu mais um gole.

— Ela é prima de um amigo dele. A empresa alegou que um atestado médico que ele entregou quando estava doente era falso. Mandou-o embora. Justa causa. Oito anos de empresa e saiu sem nada. O pior é que o atestado era realmente verdadeiro. Eu levei ele ao médico nesse dia. Essa tal advogada, Juliana, ESSA FILHA DA PUTA, estava resolvendo o caso. Cheguei a vê-la uma vez. A audiência já estava pra rolar.

— Ok. Voltando ao flagra então. Você abriu a conversa e viu uma foto. Achou que ele tinha mandado a foto de um documento? Só que o tal “documento” enviado, foi de outro tipo, né querida?

Dani voltou a chorar.

— ERA UM PUTA HISTÓRICO, GLAUCO! MESES DE FOTOS TROCADAS. NUDES DOS DOIS LADOS. ARROMBADOS! COMO EU PUDE SER TÃO TROXA? TÃO TROXA?

— Ei. Eu disse que esse Márcio era um canalha. Tu não acreditou em mim. Eu o vi trocando olhares com uma garçonete naquele bar — no dia que você me apresentou a ele, lembra? Tente confiar mais em mim da próxima vez. Agora fique sentada aí, vou buscar uns camarões pra gente comer.

— NÃO QUERO CAMARÃO! QUERO ELE DE VOLTA PRA MIM… — as lagrimas intensificaram.

— Ai, caralho. Devo ter jogado pedra na cruz — resmungou Glauco.

Ele saiu do quarto e fechou a porta. Sara passou pelo corredor e ouviu o choro abafado. Ambos trocaram sinais e ela entendeu que Dani estava mal. Na cozinha, Glauco preparou um prato com azeitonas, camarões e cubos de queijo e presunto. Fez a coisa com esmero; distribuiu potinhos com molhos na ponta – maionese temperada, shoyu, mostarda caseira e pimenta. Colocou palitinhos de dente nos petiscos e salpicou orégano. Sem pressa. Quando devolveu o restante do queijo a geladeira, viu uma garrafa de catuaba na porta. Pegou-a e carregou também para o quarto. Entrou. Encheu a taça da amiga e colocou o prato sobre a mesa. Dani relutou de início, mas comeu.

— Isso foi hoje, certo? — Ele perguntou.

— Sim. Mais cedo.

— Eu não vou bancar o papagaio aqui. Não tô com psicológico hoje para ser insistente. Eu te ouvi. Eu te entendi. Eu posso imaginar a sua dor. Agora, quero que você me escute e reflita sobre o conselho que vou te dar. Quando for embora, quero que continue remoendo minhas palavras até chegar em casa e arranque delas o máximo de proveito possível. Beleza?

— Passe pra cá aquele pedaço gordinho de queijo — disse Dani.

— Tu tá me ouvindo, porra?

— Tô! Tô sim. Eu hein. Pode falar!

— Sua madrasta te ama e seu pai também. Seu quarto lá está intacto. É uma casa gostosa e você não precisará se preocupar com as contas. Volte para o seu apartamento, junte suas coisas e retorne pra casa do seu pai. Essa noite! Se o Márcio ainda estiver lá, vai querer te convencer do contrário. Se não estiver, te ligará ou mandará mensagens assim que perceber que você partiu. Pra ser sincero, surpreende e muito o fato dele não ter ligado até agora, provavelmente porque sabe o quanto está errado.

— Ah, Glauco…

— Calma! Eu não terminei. Ao chegar em casa, seja sincera com seus pais e conte o que viu. Eles irão ajudá-la a evitar esse cara e certamente não deixarão ele se aproxime de ti novamente. Depois, apague toda existência dele das suas redes sociais. Status. Fotos. Vídeos. Memes. TUDO! E bloqueie o número dele também.

— Não é tão fácil assim.

— É sim. Por último e mais importante: finja superioridade. Frieza. Rigidez. Por mais doloroso que possa ser. Nunca chore duas vezes pelo mesmo motivo; isso é uma regra de vida. Não desmonte na frente de quem não merece te ver desmontada. Na segunda-feira, volte ao trabalho normalmente. Converse com os mais próximos. Diga o que viu, diga o que decidiu. Sem mais e nem menos. Segure essa máscara por pelo menos duas semanas. Não vai ser difícil, provavelmente você já aguentou coisas piores na vida.

Dani estava virando a garrafa de catuaba no bico.  Se manteve em silêncio. Balançava a cabeça e parecia concordar com a fala de Glauco. Logo após, tirou os sapatos e colocou os dos pés sobre a cama. Respirou fundo e perguntou:

— Por que duas semanas?

— Oi?

— Duas semanas. Pediu para segurar a barra por quinze dias. Por quê?

— Geralmente é o tempo limite para aguentar uma ferida desse porte. Depois disso, não fará mais diferença se doer ou não, porque ele já terá entendido o recado e não vai mais insistir com tanta frequência. Veja, são quinze dias. Ele está desempregado atualmente. O aluguel do apê irá vencer. Fora as outras contas. Tem uma decisão judicial pra chegar. Tem o fato de ter perdido você. Tem o fato do remorso de ser um completo moleque. Vai por mim, o cara estará acabado.

— E eu? O que vou fazer da minha vida? — Dani indagou.

Glauco jogou uma azeitona na boca.

— Meu amor, eu sou apenas o seu amigo. Não posso ditar sua vida. Você irá decidir o que fazer. Talvez decida esquecer a situação inteira e acreditar nas promessas dele. Voltar a morar com ele no apê e parar de responder minhas mensagens. Coisa que você já fazia, convenhamos. Ou talvez você finalmente aprenda o velho ditado: pau que nasce torto nunca se endireita. Continuará com seu pai por um tempo, se recuperará dessa dor e seguirá em frente. Entretanto a Dani de HOJE/AGORA, não tem capacidade mental de decidir qualquer coisa sobre isso. Quer dizer, diabos, tudo acabou de acontecer. O fogo ainda está queimando. Dê tempo ao tempo.

— Eu vou tentar. Eu. Eu prometo.

— Sei que vai.

Dani se jogou na cama. Coçou os olhos e dormiu. Glauco pegou um cobertor e cobriu a amiga. Apagou as luzes, limpou a sujeira e saiu do quarto. Dani acordou por volta das vinte horas. Colocou o tênis, pegou sua bolsa e foi até o banheiro fazer xixi. Saiu de lá com a cara não tão amassada e o cabelo não tão desarrumado. Glauco estava no portão, mexendo no celular. Ela se aproximou.

— Cadê sua mãe e irmã?

— Foram ao mercado.

Ele mostrou alguns vídeos de comédia a ela e conseguiu arrancar uns poucos sorrisos. Os cachorros se aproximaram do portão, mas Glauco gritou e eles voltaram para a varanda. O céu estava completamente estrelado. Alguém na vizinhança ouvia Ana Carolina.

— Vou embora. Obrigada por salvar meu dia! Obrigada mesmo! Pelo tempo. Pelas palavras. Pelo carinho. Você é o melhor amigo do mundo! E é sério: vou me esforçar para fazer exatamente o que você orientou — disse Dani.

— Para com isso. Eu não sou nada demais. Vá com Deus. E se acontecer qualquer coisa, se ele te ameaçar ou algo assim, liga pra mim, ok? Vou até lá com os meus primos e a gente faz picadinho desse arrombado!

— Obrigada, Glauco. Por tudo.

— Tchau.

— Tchau.

Dani andou pela calçada e quando chegou na esquina da rua, Adão — o gato de Sara — atravessou seu caminho novamente. Ela parou e se lembrou que, de tanto falar de si, não ouvira o motivo pelo qual Glauco estava mal. Olhou para trás e ensaiou um retorno, porém ele já tinha entrado. Sentiu-se um tanto culpada por isso. Deu meia volta e seguiu para o seu apartamento.

No quarto, Glauco sentou em frente ao computador. O Word estava aberto com uma página em branco. Um pouco de catuaba restara em sua taça. Ele bebeu. Clicou no botão de negrito e escreveu um título: “A história do homem destinado a ser amigo, mas não ter amigos” e escreveu um conto por três horas. Dani cumpriu a promessa que fez e aguentou quinze dias. Passado esse tempo, ela perdoou a traição e voltou a morar com Márcio. Casou-se seis meses depois. Glauco não foi convidado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um comentário em “Correspondido

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  1. E os seres de espíritos mais intuitivos se sentem completamente sugado em rodas de “amigos”. Esse conto é um dos melhores que você já fez, o homem Leo tá fino nisso kakakak

    Curtido por 1 pessoa

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