Manchado de verdades

É complicado narrar essa história. Era uma noite triste e eu não dormia há três dias. Andava refletindo sobre minha própria vida e papel desempenhado nela. Após muito matutar, cheguei à conclusão de que, apesar do mundo se atualizar diariamente, talvez algumas coisas estejam destinadas a não mudar. Meus avós, por exemplo, reclamavam da falsidade... Continuar Lendo →

Dando um fim

Obrigado por me avisarQue eu estaria em perigoSim, decidi me arriscarMergulhei sabendo nadarÉ claro, conhecia os riscos Os fogos explodem lá foraEntre bebidas, mulheres, amigosSe Copacabana aguenta o marSuportará você tambémDando fim a sua história comigo Mas obrigado por me avisarQue eu estaria em perigoAgora, deixe-me comemorarOs fogos explodem lá foraHá comida e música ao... Continuar Lendo →

Correspondência in-completa

XXXXX, XX XX XXXX Escrevo agora, pouco mais das duas da manhã. O sono se foi. Poucas novidades. Dias têm sido repetitivos. Quase nada acontece e o que acontece pouco tem relevância. Ando ficando sem assunto. Tenho lido pouco. Conversado pouco. Ando mesmo ficando sem assunto. Escrevo-te esta carta a lápis. Há muito não tinha... Continuar Lendo →

Valeu a pena essa loucura

Ela sobe as escadas lentamente. Seus passos avançam como se estivessem metricamente calculados. E à medida que sobe os degraus, seu coração bate cada vez mais forte. Por um instante, arrependeu-se por não ter usado o elevador para chegar ao destino que lhe aguarda. Minutos depois, ali está ela, em frente a uma porta. Não... Continuar Lendo →

Correspondência

Querida C., Não escrevi antes porque estava atolada nos trabalhos. Sem tempo para nada. Me desculpe. Agora as coisas estão mais tranquilas. Semana que vem entro de férias. Não vejo a hora de descansar um pouco. A vida tem estado um turbilhão. Tenho estado tão cansada.  Não programei viagem nenhuma. Minhas economias voaram, preciso me reorganizar... Continuar Lendo →

Subúrbio em trevas

Danilo tinha vinte e cinco anos de idade e era morador de Quintino. Foi nascido e criado no bairro, seu apelido por lá era Deco. Descendente de nordestinos, ele vive sozinho no Rio. Seu parente mais próximo era a avó materna, já falecida. Ela deixou para ele um pequeno apartamento próximo a Faetec. Por profissão,... Continuar Lendo →

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